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CÉU E TERRA: UNIDOS EM CRISTO

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Por Cristiano França

(Instagram: cfeleito)

 

“Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu.” (Mateus 6:10)

 

Pouquíssimas pessoas têm a oportunidade de compreender a profundidade das palavras de Jesus de Nazaré na chamada “Oração do Pai Nosso”. E este triste fato é facilmente observado na maioria das congregações que dizem proferir a fé cristã, onde vemos que as pessoas, ao invés de procurarem entender tudo o que Jesus falou, vivem a repetir o “Pai Nosso” em uma reza inócua e totalmente sem propósito.

 

A famosa oração que Jesus ensinou não é uma série de palavras a serem repetidas. Mesmo porque, o Senhor foi muito claro quanto às repetições nas orações:

 

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos”. (Mateus 6:7)

 

A oração ensinada por Cristo aos judeus não era uma "reza", mas um modelo de diálogo com Deus e, acima de tudo, foi uma oração profética, pois eram pedidos que apontavam para o que seria realizado no Novo Pacto. Um exemplo de que isto é verdade (incontestável) é a primeira súplica que aparece no versículo inicial do texto: “Venha o Teu Reino”. Qual o sentido de se fazer este pedido atualmente, uma vez que o Reino já veio e nós já estamos nele? O apóstolo dos gentios não deixa dúvidas de que este pedido do “Pai Nosso” já foi atendido por Deus:

 

“Ele que nos libertou do império das trevas, e nos transportou para o Reino do Seu Filho amado.” (Colossenses 1:13)

 

Assim como o Reino (que já veio ― já estamos nele), todas as petições proféticas proferidas por Jesus já se manifestaram. Deste modo, podemos afirmar que a vontade de Deus já foi feita tanto na Terra quanto no Céu. É importante frisar que a vontade do Eterno, neste caso, se refere à obra restauradora, justificadora e salvífica que Jesus Cristo Se manifestou para realizar. O próprio Deus, por meio de Seu profeta Isaías, prometeu:

 

“Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade. (...) Faço chegar a minha justiça, e não estará ao longe, e a minha salvação não tardará; mas estabelecerei em Sião a salvação, e em Israel a minha glória.” (Isaías 46:9-10 e 13)

 

Como já vimos em um estudo que está em nosso canal no YouTube, o Céu e a Terra já passaram (Mateus 24:35 ― procurem por este tema em nosso Canal e assistam; vale muito a pena). Ou seja, Céu e Terra atravessaram de uma realidade de trevas (antes da cruz — pecado, Lei, morte espiritual etc.) para uma nova realidade: Graça, paz com Deus e reconciliação. Quando Adão introduziu o pecado no mundo (Romanos 5:12) houve uma ruptura entre Deus (o Criador) e Sua criação; Céu e Terra se desconciliaram. Assim, a criação se tornou sujeita à vaidade (Romanos 8:20 — no grego, vaidade tem um sentido de inutilidade, vazio, decadência, falta de propósito etc.) até que se cumprisse o tempo do fim definitivo da Lei (ocorrido no ano 70 com a parousia de Jesus em Seu Reino, o consequente Juízo sobre Israel e a destruição do templo da Lei). A partir deste momento da História a criação se tornou definitivamente livre do cativeiro que os resquícios do Antiga Aliança, praticados no templo, ainda a submetiam. Assim, Céu e Terra se tornaram uma única realidade novamente. O cosmos deixou de estar submetido à decadência, ao vazio (“vaidade”) e se matrimoniou novamente com Seu Criador. Hoje podemos dizer que Céu e Terra estão juntos novamente. Por isso que, mesmo estando fisicamente na Terra, podemos dizer que já estamos no Céu, pois, espiritualmente, já estamos assentados lá (recomendo também a nossa mensagem “Já estamos no Céu” — em vídeo, no YouTube).

 

Como Deus prometeu por meio de Isaías (e Suas promessas nunca falham), toda a Sua vontade foi feita “assim na Terra como no Céu”. Deste modo, a oração profética que Jesus proferiu já teve seu efeito manifestado. Já vivemos em uma nova criação, livre do cativeiro do pecado e da escuridão do Antigo Pacto. Hoje, nós (a criação como um todo) somos um com nosso Deus; estamos reconciliados e em paz com Ele para sempre.

 

"Para a dispensação da plenitude dos tempos, de fazer convergir (isto é, reunir) em Cristo todas as coisas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra." (Efésios 1:10)

 

DEUS JÁ NOS ABENÇOOU!

 

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