VIVENDO A PROMESSA DO DESCANSO
Neste estudo, vamos refletir sobre o verdadeiro Descanso prometido por Deus: não um dia de 24 horas e não como resultado de esforço religioso, obras ou merecimento, mas como fruto da obra perfeita de Jesus.
Viver esse Descanso é compreender que, na Graça, não caminhamos debaixo de culpa, medo ou dívida espiritual. Estamos firmados na suficiência de Jesus, com a consciência purificada e livres do peso da religião.
A promessa do Descanso permanece, e viver nela é confiar plenamente no que Deus já realizou em Jesus.
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A CRUZ E O FIM DA IMPUTAÇÃO DOS PECADOS
A religião insiste em dizer que os pecados continuam sendo imputados depois da cruz. Mas será que essa mensagem está de acordo com o Evangelho?
Neste estudo, vamos mostrar, pelas Escrituras, que a cruz de Jesus marcou o fim da imputação dos pecados. O que antes era atribuído por causa da Lei foi resolvido de uma vez por todas na obra consumada de Jesus.
Se os pecados continuam sendo imputados, então a cruz não resolveu plenamente o problema do pecado. Mas se Jesus consumou a obra, então precisamos abandonar a lógica religiosa da culpa, da acusação e da dívida espiritual permanente.
A verdade é simples, poderosa e libertadora: depois da cruz, Deus não está imputando pecados aos homens. A mensagem que recebemos agora é o Ministério da Reconciliação.
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O QUE SIGNIFICA ESTAR MORTO PARA O PECADO?
Durante muito tempo, a religião ensinou que o pecado continua sendo o centro da relação entre Deus e o homem. Mas o Evangelho da Graça revela algo muito mais profundo: os eleitos de Deus foram incluídos na morte de Jesus, e aquilo que mantinha o povo do Senhor preso ao domínio do pecado foi encerrado de uma vez por todas.
Neste estudo, vamos analisar o que Paulo quis dizer ao afirmar que “morremos para o pecado” e por que essa morte não fala de esforço humano, mudança comportamental ou tentativa constante de vencer a carne, mas de uma realidade espiritual já consumada na obra de Jesus.
Um estudo essencial para quem deseja compreender a liberdade da Graça e viver a partir da obra perfeita de Jesus, e não mais debaixo da culpa, do medo e da condenação religiosa.
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DE UMA VEZ POR TODAS
Neste estudo, você será confrontado com uma das declarações mais poderosas (e ignoradas) da Bíblia: Jesus resolveu o problema do pecado de uma vez por todas. Você vai entender como a cruz encerrou o sistema religioso baseado em repetição, culpa e tentativa humana, estabelecendo uma obra completa, definitiva e sem necessidade de manutenção.
Sabendo que tudo já foi consumado, surge a pergunta: Você ainda está tentando resolver algo com Deus ou já entendeu que Ele mesmo já resolveu tudo?
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A ORIGEM E A MANIFESTAÇÃO DOS FILHOS DE DEUS
A maioria das pessoas acredita que se torna filha de Deus quando crê em Jesus. Mas… e se essa lógica estiver invertida? Neste estudo profundo do Evangelho da Graça, vamos confrontar uma das ideias mais comuns — e erradas! — do meio religioso: a de que a fé cria a filiação. Você não creu para se tornar filho… Você creu porque já havia nascido de Deus.
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A RECONCILIAÇÃO E O ATO DE CRER
Neste estudo profundo e confrontador, demonstramos a falsidade de uma das ideias mais enraizadas na religião: a de que é o homem quem, ao crer, ativa a sua própria Salvação. À luz das Escrituras, veremos que essa lógica está invertida.
A Bíblia revela uma ordem completamente diferente: Deus deu vida quando Seus filhos estavam mortos em pecados (antes da cruz), escolheu antes da fundação do mundo e reconciliou o mundo Consigo mesmo, e tudo isso antes de qualquer resposta humana. A fé, então, não é a causa da reconciliação e da Salvação, mas a evidência delas.
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A RECONCILIAÇÃO E AS OBRAS MÁS
Muitos ainda acreditam que as obras determinam a ligação do homem com Deus. Mas será que isso é verdade à luz do Evangelho da Graça?
A partir da revelação apostólica, especialmente em Paulo, vamos entender que a reconciliação não é resultado de comportamento humano, mas uma obra consumada por Deus em Jesus, independente das obras. Isso, porém, não significa aprovação das trevas, mas revela algo muito mais profundo: a diferença entre condição espiritual e consciência transformada.
Neste estudo, vamos encarar uma pergunta profunda e desconfortável: quem ama as obras más pode estar conciliado com Deus? A resposta pode surpreender você.
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A RECONCILIAÇÃO E A SALVAÇÃO DA MENTE
Milhões (talvez bilhões) de pessoas viveram e morreram sem nunca ouvir falar de Jesus. E então surge a pergunta que inquieta muita gente: como Deus poderia condenar alguém que nunca teve a chance de ouvir o Evangelho?
Neste estudo, você vai perceber que essa pergunta revela algo mais profundo: a compreensão equivocada sobre a própria natureza da Salvação.
A partir das Escrituras, mostramos que existe uma diferença essencial entre a Salvação eterna (obra completa de Deus) e a salvação da mente (o entendimento da Graça). Você vai entender por que a pregação do Evangelho não é para tornar alguém salvo quanto à vida eterna, mas para libertar o homem da ignorância, da culpa e da religiosidade.
Afinal, e aqueles que nunca ouviram? Estariam perdidos ou já estavam incluídos na obra de Deus?
Uma mensagem profunda e libertadora que confronta a visão tradicional, redefine o papel do Evangelho e revela o verdadeiro problema do homem: a falta de entendimento sobre o que já foi feito por Deus (a Graça).
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ENTENDENDO A RECONCILIAÇÃO
Neste estudo, vamos confrontar uma das ideias mais difundidas do meio religioso: a de que Deus está em busca de Se reconciliar com os homens. Quando estudamos sem as lentes da religião, entendemos que não é exatamente isto que o Evangelho da Graça revela.
A partir da mensagem do apóstolo Paulo, você vai entender o verdadeiro significado do ministério da reconciliação, o que de fato aconteceu na cruz e por que Deus nunca esteve em guerra com a humanidade a partir da cruz.
Prepare-se para enxergar o Evangelho de uma forma libertadora, sem culpa, sem medo e sem religião.
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NUNCA FOMOS INIMIGOS DE DEUS
Você já ouviu que estava longe de Deus antes de “aceitar Jesus”? E se isso não for verdade?
Neste estudo, você vai descobrir, pela própria Bíblia, que a reconciliação com Deus não é algo que você precisa conquistar; é uma realidade já consumada na cruz. O problema nunca foi distância… foi ignorância.
Entenda de uma vez por todas o que Paulo quis dizer com “éramos inimigos” e por que hoje o chamado não é para Deus mudar com você — mas para sua mente se alinhar ao que Ele já fez.
Você não nasceu inimigo de Deus. Você nasceu em um mundo reconciliado.
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